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Fonte G1

domingo, 5 de novembro de 2017 20:21

Carille freia euforia corintiana após vitória no Dérbi

A vitória no clássico contra o Palmeiras deixou o Corinthians mais próximo do título brasileiro, mas ainda não é motivo para empolgação no clube. Na entrevista coletiva após o Dérbi, neste domingo, em Itaquera, o técnico Fábio Carille tratou de controlar a euforia e calculou que o Timão necessita de cinco vitórias nas últimas seis rodadas para ser campeão.

A explicação do técnico faz todo sentido. O Corinthians tem oito pontos de vantagem para para Palmeiras e Grêmio, mas soma “apenas” seis acima do Santos, que venceu o Atlético-MG, no sábado.

– Como eu disse na sexta, o campeonato não tem nada decidido ainda. Mas, em relação ao Palmeiras, fica muito mais difícil para eles. Não é impossível, mas difícil – disse Carille.

Com 62 pontos, o Corinthians ainda enfrenta Atlético-PR (fora), Avaí (casa), Fluminense (casa), Flamengo (fora), Atlético-MG (casa) e Sport (fora).

– Matematicamente, a gente tem de trabalhar com cinco vitórias. Vamos pensar na próxima partida, que vai ser muito importante. Ir para Curitiba e fazer um jogo bem inteligente. Vamos continuar falando jogo a jogo e não ficar projetando muitos números – afirmou.

Carille voltou a destacar a presença e o incentivo da torcida. No sábado, o técnico usou um microfone para agradecer os 32 mil alvinegros presentes no último treino antes do clássico.

– Quero agradecer demais o apoio da torcida. Eles estão com a gente o tempo todo, na ruim, na boa. Eu sei que quando as vitórias não vêm a cobrança acontece. Se cobram é para o lado do bem, sabendo que pode ser mais. Foi uma vitória importantíssima.

Leia mais trechos da entrevista de Carille:

Estratégia

– Tudo o que projetamos para o jogo, principalmente no primeiro tempo, aconteceu. A gente conseguiu jogar em cima dessa linha alta (de defesa) do Palmeiras, fazer bolas nas costas deles. Conseguimos fazer um placar bom.

Dois gols sofridos em bolas paradas

– Voltamos a falar da bola defensiva, apesar de a segunda, vendo do campo, teve um pouco de azar. Parece que bate no Pablo e volta. É algo que temos de treinar ainda mais. Só assim para melhorar.

Clayson como titular

– Tenho a preocupação de terminar o jogo com o Clayson (em campo). Hoje, terminei sem um velocista. O Marquinhos está machucado, o Romero não é tanto esse cara. Se eu estou com o resultado e não tenho o Clayson no jogo, fica difícil. Por isso falo de 14 jogadores. Quando o Clayson não aguentou mais, dava para trabalhar com jogadores de meio e não com tanta profundidade.



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