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Fonte G1

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018 15:28

Esquema para Jadson: meia ganha liberdade com Timão no 4-1-4-1

Após fazer grande esforço para conseguir a contratação de Jadson em 2017, ver o meia brilhar nos primeiros meses e se deparar com uma queda técnica na reta final do Brasileirão, o técnico Fábio Carille concluiu que teria de mudar o esquema do Corinthians para que ele voltasse a brilhar em 2018.

Naquele momento, decidiu pela volta do 4-1-4-1.

Aos 34 anos, Jadson funcionou bem na maior parte do ano pelo lado do campo. Após sofrer fratura nas costelas e não conseguir retomar a parte física, sentiu o desgaste e acabou perdendo espaço para Clayson na reta final do Brasileirão.

Nos últimos jogos de 2017, saiu do banco para fazer exatamente o que fará neste ano: jogar centralizado ao lado de Rodriguinho, fazendo a ligação da defesa com o ataque. Mesmo passando a ser reserva, suas atuações foram fundamentais para a conquista do heptacampeonato.

– Ele encontra passes que pouquíssimos jogadores encontram – elogiou o técnico, em dezembro.

Contra o PSV, da Holanda, no primeiro jogo da atual temporada, o camisa 10 do Corinthians já exerceu a nova função. Com bastante liberdade, foi o responsável por buscar a bola à frente dos defensores para distribuir para os companheiros de ataque. A primeira impressão foi boa.

– Carille tinha conversado com a gente desde o final do ano passado para tentar implantar essa forma de jogar, com dois meias por dentro. Agora, como temos esse tempo para nos adaptar, podemos mudar um pouco e surpreender. Jadson tem muita qualidade no passe, coloca os companheiros na cara do gol – elogiou Rodriguinho, que já ganhou uma assistência do amigo.

Na visão de Carille, Jadson é o jogador que dita o ritmo do Corinthians. Num time que valoriza a posse de bola, é o homem que acelera ou desacelera uma partida, dependendo do placar. Por conta disso, a sua boa utilização se torna fundamental para a equipe seguir competitiva.

O jogo contra o PSV, é claro, foi apenas um primeiro teste em 2018. Neste sábado, contra o Rangers, da Escócia, a tendência é de que o time titular atue por mais do que 45 minutos.



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