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Fonte Gazeta Esportiva

sábado, 6 de janeiro de 2018 06:52

Timão procura, mas novo atacante ficará para depois da Flórida

O Corinthians trabalha “diuturnamente”, como diz o presidente Roberto de Andrade, na aquisição de um substituto para o centroavante Jô. Já com as reposição de Pablo e Guilherme Arana acertadas, o Alvinegro espera entregar um novo artilheiro ainda neste mês para o técnico Fábio Carille, mas as tratativas só devem evoluir após a disputa da Copa Flórida. O elenco viaja para os EUA neste domingo e retorna apenas no próximo, dia 14, após enfrentar PSV-HOL e Rangers-ESC, respectivamente.

O clube chegou a ir atrás de algumas opções no mercado brasileiro, mas se viu atrasado nas tratativas pelos principais nomes. Quando Jô acertou sua saída, Fred e Ricardo Oliveira já estavam com acordos encaminhados para defender Cruzeiro e Santos, respectivamente. Roger, do Botafogo, preferiu ir para o Internacional ainda no final de novembro, pois achava que não teria espaço na disputa com o camisa 7.

- A gente sabe da dificuldade de substituir o Jô. No mercado brasileiro a gente não enxerga muito isso - esclareceu Roberto, que negou qualquer contato com Vagner Love, último grande atacante do clube antes da chegada de Jô, no final de 2016, além de não ver grande diferença nas tratativas antes e depois do dinheiro arrecadado com a venda do artilheiro.

- Não tem contato nenhum pelo Love. Não existe nada em relação a isso. O dinheiro não mudou nada, vamos gastar o que já estava previsto anteriormente. Primeiro tem que achar o jogador, aliás, dá nem para falar em dinheiro enquanto não acharmos o nome - continuou o mandatário.

Dessa forma, a expectativa dos dirigentes é, após o retorno ao Brasil, intensificar a busca por um nome que seja consenso entre diretoria e comissão técnica. A ideia é fazer um investimento moderado, na casa dos R$ 10 milhões, por alguém que ofereça algo diferente do que o elenco já tem, com Kazim (força física), Carlinhos (boa estatura) e Danilo (experiência).

Caso consiga completar a missão de repor as perdas, a direção teria uma última missão de trazer um jogador que fizesse a diferença no meio-campo. É consenso que, atualmente, Gustavo Scarpa, do Fluminense, seria esse nome. O imbróglio entre ele e os cariocas, porém, deixou distante a possibilidade de negócio.

- Acho muito difícil, ele não apareceu para treinar lá. Não sabemos se vai virar caso jurídico, fica pior quando isso acontece - avaliou Roberto, culpando a má situação financeira dos cariocas pelo insucesso nas tratativas anteriores pelo meio-campista.

- O Fluminense tinha a preferência de fazer troca de jogadores. Aí tem a dificuldade de acertar salário de cada um. Nosso contato foi muito curto, muito breve. Mostramos interesse, o Fluminense falou que estava bom. Mas eles colocaram um teto salarial que estava abaixo do salário de todos envolvidos - concluiu.



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